Valorização do Condomínio, dever e benefícios compartilhados

Comprar imóveis sempre foi e continua sendo um bom negócio. Seja para realizar o sonho da casa própria ou para investimento. Segundo pesquisa realizada pela Datafolha, compra e venda de imóveis está na segunda opção entre a parcela da população que faz investimento, ao lado de fundo de investimento e previdência privada.

Por isso, preservar o imóvel sempre é uma boa opção, mesmo que não haja objetivo de venda. Para quem mora em condomínio a valorização da unidade está vinculada também às condições do condomínio. Por isso, é importante que os condôminos participem das assembleias contribuindo para uma gestão que trabalhe para esse objetivo e, faça a sua parte na preservação do patrimônio de todos.

É comum que há medida que o tempo passe, o edifício e suas unidades passem a perder valor. Isso ocorre pelo desgaste natural na estrutura, mas também pelas mudanças de tendências no mercado imobiliário, bem como mudança urbana e também alteração na vizinhança.

Veja algumas dicas para manter o condomínio valorizado:

Tecnologia – É comum alguns prédios antigos não terem estruturas para receber TV a cabo e internet, por exemplo. Um investimento necessário para reforma na estrutura gera múltiplos benefícios para todos os usuários. Um condomínio antigo com essa capacidade deixa de ser desvalorizado, o que é um ganho para todos.

Além disso, a disponibilização de câmeras, monitoramento, portaria eletrônica, e outras alternativas de segurança modernas são fatores de valorização também para prédios antigos.

Manutenção Preventiva – Um condomínio com manutenção em dia é sempre importante para o bem estar dos condôminos e para a valorização dos imóveis.

Além do cuidado permanente com os jardins, entradas bem iluminadas e preservadas, fachada e elevadores, considerados como equipamentos “cartão de visita”, a manutenção de paredes, pisos e áreas de lazer é importante para causar uma boa impressão em todos os visitantes, incluindo, os compradores. E, para isso, é importante que os condôminos estejam envolvidos na preservação diária, orientando as crianças e evitando, inclusive, o aumento de custos das taxas condominiais para as obras recorrentes de manutenção.

As instalações hidráulicas, elétricas, vigas e colunas devem fazer parte do calendário de manutenção preventiva, que além de custar mais barata que a emergencial, também fazem a diferença na hora da conclusão de um negócio, afinal, ninguém deseja morar em um condomínio com problemas constantes de fornecimento de energia e água, não é mesmo?

Principalmente em prédios antigos é importante que gestores e condôminos estejam atentos às condições estruturais e gerais do condomínio para que o patrimônio de todos não percam o seu valor e “a casa” continue adequadas às necessidade dos seus moradores.

Um processo de retrofit, por exemplo, pode ser uma boa alternativa para adequar o condomínio às novas necessidades dos moradores como, por exemplo, trocar uma quadra de esportes sem uso por mais vagas de garagem, atendendo as mudanças naturais do perfil dos condôminos.

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